LP A Cor do Som | Ao Vivo Montreux Festival ZERADO (1978 Press 1978) /NM (Near Mint) de Época R$270

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Item usado de minha coleção particular em estado de conservação detalhado abaixo.

Produto: LP A Cor do Som | Ao Vivo Montreux Festival ZERADO (1978 Press 1978) /NM (Near Mint) de Época R$270

Condição: Usado – Quantidade: 1 – Disponibilidade: Em estoque

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LP A Cor do Som | Ao Vivo Montreux Festival ZERADO (1978 Press 1978) /NM (Near Mint) de Época R$270
Estado de conservação
Near Mint (NM): Quase perfeito. Pode ter uma ou duas marcas quase invisíveis ou sinais de uso muito leves. – Origem: Brazil | Atlantic | Release: BR 20.031
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Sobre a banda
A banda A Cor do Som ocupa um lugar único na música brasileira por ter conseguido unir rock progressivo, jazz fusion, choro, frevo, baião, MPB e música instrumental em uma linguagem própria. Formada por músicos oriundos do universo dos Novos Baianos e da banda de apoio de Moraes Moreira, o grupo reuniu talentos como Armandinho Macêdo, Dadi Carvalho, Mú Carvalho, Gustavo Schroeter e Ary Dias.

Os dois primeiros álbuns representam o lado mais cultuado da banda:

A Cor do Som (1977) e A Cor do Som ao Vivo no Montreux International Jazz Festival (1978)

O disco ao vivo tornou-se um dos grandes registros instrumentais da música brasileira. Faixas como Dança Saci, Arpoador, Cochabamba, Espírito Infantil e Brejeiro exibem um virtuosismo impressionante de Armandinho, Dadi e Mú Carvalho. Muitos críticos consideram este álbum um dos marcos do fusion brasileiro e um dos mais importantes discos pós-tropicalistas já gravados.

Nessa fase, o grupo misturava influências de Yes, Santana, Jethro Tull, The Who, além de João Gilberto, Gilberto Gil e Egberto Gismonti, criando uma sonoridade que não tinha paralelo no Brasil.

Apesar do reconhecimento artístico, os dois primeiros discos venderam pouco. A gravadora passou a pressionar a banda a incluir canções com vocais, o que levou à mudança de rumo iniciada em Frutificar (1979).

A partir daí surgiram sucessos como: Beleza Pura (de Caetano Veloso), Menino Deus, Abri a Porta, Zanzibar, Sapato Velho..

Discos como Frutificar, Transe Total, Mudança de Estação e Magia Tropical levaram a banda ao grande público sem abandonar completamente a sofisticação instrumental.

Para colecionadores, a discografia da A Cor do Som oferece praticamente duas bandas em uma só:

a fase inicial, instrumental e progressiva, altamente cultuada por fãs de fusion e prog;
a fase posterior, mais acessível e radiofônica, responsável por alguns dos maiores sucessos da música brasileira dos anos 80.

Se fosse necessário destacar apenas um disco, A Cor do Som ao Vivo no Montreux International Jazz Festival seria a escolha natural. Ele captura a banda no auge criativo, antes das concessões comerciais, e permanece como um dos registros ao vivo mais impressionantes já produzidos por um grupo brasileiro. Um LP obrigatório para quem aprecia progressivo, fusion e a excelência instrumental da música brasileira.

Ouça algumas faixas
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